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Por Dentro da Noite que Consagrou as Vozes do Prêmio Laurel Verbum

Celebrando a excelência da escrita!




Na noite em que as luzes se acenderam para a cerimônia da Segunda Edição do Prêmio Laurel Verbum, o silêncio deu lugar a um coro vibrante de reconhecimento.

Organizar e ver nascer este segundo ciclo foi um vislumbre do poder da nossa comunidade. O evento, desenhado para aproximar quem escreve de quem lê, funcionou como uma engrenagem viva. Desde a abertura das inscrições na virada do ano, passando pela triagem técnica minuciosa até a votação, o clima foi de celebração e não de rivalidade. Ver autores independentes, que constroem seu público página por página nas plataformas digitais, compartilhando o mesmo espaço, a mesma ansiedade e o mesmo prestígio que autores de grandes editoras, foi a certeza de que a régua da literatura pop nacional subiu de nível.

O Laurel Verbum não é apenas um troféu; é um abraço apertado na trajetória de cada um que ousa viver de imaginação no país. E para registrar a história deste ano, cruzamos a linha de chegada celebrando as obras que deixaram sua marca indelével nos jurados e no público.

Aqui estão os grandes vencedores da noite, divididos pelas categorias que traduzem a alma do nosso prêmio:

Os Grandes Vencedores da Segunda Edição

  • Melhor Romance: A categoria mais emotiva da noite coroou uma narrativa que soube equilibrar a delicadeza dos afetos com a complexidade das relações humanas modernas. O prêmio foi para Fascínio - O Poder de olhar, livro de Meg Sisant, uma obra que tem o poder de arrebatar o coração dos leitores e provar a força do romance nacional.

  • Melhor Suspense: Na noite do mistério, quem levou a melhor foi Dentes de Ouro, por Douglas Lobo Com um ritmo implacável, reviravoltas milimetricamente calculadas e uma tensão psicológica de tirar o fôlego, o livro se destacou como uma obra-prima do gênero este ano.

  • Melhor Fantasia e Ficção Científica: Expandindo os horizontes da imaginação e construindo mundos extraordinários sem perder o foco na profundidade dos personagens, o troféu desta categoria foi entregue a Histórias do Firmamundo, de Ricardo Dunder.

  • Melhor Aventura: Para a categoria que nos faz prender a respiração a cada virada de página, o troféu foi para Codinome Gringo de Rodrigo Sepúlvera Rojas. Uma jornada épica, repleta de ritmo, perigos e um fôlego incansável que capturou perfeitamente o espírito clássico de exploração e a adrenalina que só as grandes histórias conseguem entregar.

  • Melhor Jornalismo A categoria que nos faz refletir e analisar foi vencida por Feminismo Pós-Verdade e Fakenews por Elen de Souza. Uma jornada forte, impactante e ao mesmo tempo uma leitura leve, que nos faz abrir os horizontes.

  • Melhor Infantojuvenil: A categoria que celebra o encantamento, a formação de novos leitores e a magia das descobertas premiou uma narrativa vibrante e cheia de significado. O troféu foi para Bergamota, livro de Taís Fagundes. Uma obra cativante, que une a leveza da juventude com grandes lições e coragem, provando o poder que as histórias têm de marcar gerações e inspirar o futuro.

  • Melhor Conto: A categoria dedicada à arte da brevidade e do impacto imediato premiou uma narrativa que consegue, em poucas páginas, criar universos inteiros e prender o leitor do início ao fim. O troféu foi entregue a Os Sócios, de Sandra Lugli. Uma obra com uma escrita cirúrgica, personagens marcantes e desfechos surpreendentes que mostram a verdadeira força da narrativa curta nacional.

  • Melhor Poesia: A categoria que traduz a alma em versos e celebra a sensibilidade da palavra coroou uma obra de profunda beleza estética e força lírica. O prêmio foi para O Vício da Angústia, de Rafa Vero. Um livro que toca nas feridas e nos encantos da existência com ritmo, sensibilidade e metáforas potentes, provando que a poesia continua sendo o reflexo mais sincero das nossas emoções.

  • Livro do Ano: O ápice da noite e a honraria máxima da Segunda Edição foi entregue à obra que sintetiza a excelência literária, arrebatou o corpo de jurados e deixou uma marca indelével no cenário da literatura de entretenimento nacional. O grande troféu de Livro do Ano foi para Histórias do Firmamundo, de Ricardo Dunder. Uma narrativa primorosa, de impacto indiscutível, que domina com maestria a arte de contar histórias e se consagra como um dos maiores destaque da nossa literatura contemporânea.

O Significado do Loureiro

Quando as luzes se apagaram e as conversas de bastidores começaram a ecoar, ficou o sentimento de dever cumprido. O Prêmio Laurel Verbum cumpre sua promessa de ser o porto seguro da ficção de gênero no Brasil. Olhar para cada vencedor e também para cada finalista é entender que a literatura de entretenimento brasileira está em suas mãos mais capazes.

Deixamos para trás os dias em que prender a atenção do leitor era um mérito invisível. Com as folhas de louro do Verbum, nós fincamos nossa bandeira: o entretenimento é arte, tem técnica, tem paixão e, acima de tudo, tem casa. Que venham os próximos capítulos.





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O autor da mensagem, e não o BLOG Laurel Verbum, é o responsável pelo comentário.

 
 
 

1 comentário

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Rodrigo Sepúlveda
02 de jul.
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

evento incrível, autores espectaculares, jornada surreal , organização perfeita , noite inesquecível, grato e feliz por sempre e para sempre.

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